segunda-feira, 22 de novembro de 2010

E ai quando crescemos ?

É difícil definir quando crescemos. Será que é quando as bonecas e os carrinhos ficam chatos? Ou quando você da, seu primeiro beijo? Talvez seja aos onze anos?
Ou quem sabe a gente nunca cresce!
Se tem uma coisa que muita gente sente falta é a infância. Porque ninguém se preocupava com o cabelo, ninguém se preocupava com a boca suja (se bem que a Marília ate hoje não se preocupa), nunca vi criança alguma se preocupar por ter usado a mesma roupa no mesmo lugar. Fui ate um dicionário querendo saber como ele definia uma criança, e o item dois me chamou muito atenção:
2. Fig. Pessoa estouvada, pouco séria, de pouco juízo.

E ai que tá o bom de ser criança, alem de não se preocupar com um monte de coisa, não tem juízo, e me diz pra que juízo? Sérias? Criança séria pra mim não é criança e isso é o que mais me encanta nelas o som da risada, e bom ver elas se divertindo com pouca coisa. Que é o que nós todos devíamos fazer, rir e se divertir com pouca coisa. Ainda não vivi tudo o que eu tenho pra viver, mas acredito que a melhor época é a infância.

Mas quando a gente deixa de ser criança? Em ?

by: Larissa Machado

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Existem várias formas de expressar o que sentimos. Pode ser fazendo uma confissão ao melhor amigo, chorando no colo de uma pessoa querida, dando uns berros ou socando a porta. Você pode também fazer uma música ou apenas tocar um violão para se distrair, dançar, desenhar, pintar e.... escrever.
Como é bom poder escrever tudo aquilo que doí. Tudo aquilo que incomoda. Como é bom colocar no papel aquilo que possivelmente não sairia tão bem em palavras ditas, uma vez que parece que quando mais precisamos delas, estas nos abandonam, se espalham, somem.
Escrever é se fazer ouvir!! É mostrar para as pessoas (ou para ninguém) o que você gostaria de dizer!


Gosto de escrever desde que aprendi a fazê-lo. Ainda lembro quando bem criança escrevia cartinhas para meus pais, depois para minhas primas que moravam longe, em seguida os inúmeros diários que registravam o dia a dia, e como não se pode ficar fora do seu tempo, me rendi aos blogs. Tenho um que já existe há uns bons anos, o antigo título era: I just want you to know who I am, música do Go go dools, que mostrava bem o que eu pensava mesmo: Naquele espaço, as pessoas podem saber um pouquinho mais sobre mim!

E quem sou eu? Eu sou uma professora de 24 anos que finge que se ofende com piadinhas que insinuam que eu pareço mais velha. Tá, eu detesto parecer mais velha, mas o que posso fazer se essa sou eu? Velha que não aguenta mais música alta,  em uns aspectos e ao mesmo tempo uma criança em outros, como em passar a tarde na internet vendo coisas inúteis. Professora por formação, vocação e opção. A carreira me escolheu e eu a abracei de corpo e alma. Se existe amor de mãe, amor de amigo, amor de namorado.. existe amor de professor! Não dá pra explicar, é um amor muitas vezes silencioso, escondido pelo profissional, frustrado pela ingratidão, e muitas vezes, incondicional. Uma profissão carregada de sonhos.. e por isso é tão difícil segui-la, porque não dá pra viver de sonhos não é mesmo?


E por essa vocação, que cá estou abrindo esse blog. Não só como professora, mas como alguém que gosta de escrever e quer compartilhar isso com pessoas que também gostam de fazer - sem avaliar, sem punir, vamos apenas escrever e mostrar quem somos!

E vamo que vamo! =)